Cuba foi descoberta
por Cristóvão Colombo em sua primeira viagem
(1492), mas foi só em 1512 que os espanhóis
tomaram posse da ilha. Quando as colônias americanas
da Espanha conquistaram independência, Cuba continuou
ligada à metrópole. Em 1895 uma formidável
insurreição aconteceu, que durou até
1899, ano em que os Estados Unidos tomaram partido e forçaram
a Espanha a renunciar seu domínio dobre Cuba. Porém
não obtiveram e independência imediatamente
e ficaram anos sob os cuidados dos Estados Unidos.
Em 1902 o primeiro presidente escolhido foi Estrada Palma.
Em 1906, explodiu a guerra civil. Estrada Palma renunciou
e os Estados Unidos assumiram o governo da ilha até
1909 quando, com a situação já sob
controle, o novo presidente, Jose Miguel Gómez
começou a exercer suas funções. Vários
anos de batalhas e revoltas internas se seguiram, até
1940, quando o coronel Fulgencio Batista foi escolhido
presidente, e ficou no poder até 1944, quando foi
eleito Ramon Graú San Martín.
Em 1948, assumiu o poder, por meio de eleições,
Carlos Prío Socarrás, deposto em 1952 por
um golpe de estado planejado por Batista, que ficou no
poder até 1959, quando foi tirado pela revolução
comunista de Fidel Castro, que se tornou cabeça
do governo, nomeando Osvaldo Dorticós como presidente
da República.
O novo regime causou a oposição dos Estados
Unidos e de outros paises americanos, que excluíram
Cuba da Organização dos Estados Americanos
e tentaram bloquear a economia. Essa situação
se estendeu até julho de 1975 quando, de acordo
com o novo acordo, os paises americanos tinham liberdade
de retomar suas relações com Cuba. Em 1976,
uma nova Constituição foi promulgada, na
qual, entre outras medidas, as posições
de presidente da Republica e primeiro ministro for a eliminadas,
substituídas pela de Presidente do Conselho de
Estado, nomeado para o mesmo, Fidel Castro que, portanto
assumiu a sede do estado e do partido comunista.
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